segunda-feira, 7 de junho de 2010

Filmes no fim de semana...

Postado por Nidiane Latocheski às segunda-feira, junho 07, 2010
Reações: 
cinepopEstes, assistimos no conforto de casa..
       1º - Razoável!
ONDE VIVEM OS MONSTROS

A história segue as aventuras de Max, um garoto travesso (rebelde) que é mandado de castigo para seu quarto depois de desobedecer a mãe. Porém, a imaginação de Max está livre para voar, e logo o transporta para um reino desconhecido. Encantado, Max parte para a terra dos Monstros Selvagens, onde as travessuras é lei e Max é o rei.
(sinopse tirada do site semmundo)

Baseado no livro infantil homônimo de Maurice Sendak– cultuado nos EUA e desconhecido no Brasil – o filme é belo e delicado como as ilustrações que fizeram a fama da sua contraparte impressa. Porém, é dedicado à reflexão sobre a infância e o amadurecimento. Parece ser para criança, mas como diz o crítico Érico Borgo: “é adulto demais”.
Com cenas confusas, que seguem o curso imprevisível do pensamento, é preciso uma atenção especial para compreender as “deixas” que o filme traz.
Conforme o diálogo  se desenrola na ilha em que habitam os monstros, é notável o poder pedagógico do longa, pois, muitas conversas resultam em mudanças de atitude e de concepções sobre a vida e a convivência entre os seres.
CAPA DO LIVRO)

2º - Bom!
 LADRÃO DE RAIOS
  Um misto de realidade x ficção; mitologia grega x atualidade. O filme, claaaaaaaaro, não é melhor que o livro! Os comentários de adolescentes confirmam essa tese no site cinepop   - aliás, muito bom perceber o senso crítico deles e também o incentivo para que outros leiam também.

Apesar disso, ainda desperta algumas curiosidades sobre os mitos originais (aqui em casa, já pegaram o livro MITOS GREGOS para compreender melhor o papel de cada deus.)
Há uma ansiedade visível em adaptar obras para adolescentes desse século e acaba revirando de "pernas pro ar" as genuínas.
O filme retrata o relacionamento entre pais e filhos atuais, conforme nos diz Marcelo Hessel:
Porque não é difícil retratar pais - no cinema orientado para os pré-adolescentes independentes do século 21 - como tipos omissos com peso na consciência, adultos que não participam da criação dos filhos mas se sentem no direito de aplicar-lhes sermões. Por esse viés, os "pais omissos" da Grécia antiga, os deuses do Olimpo, se transformam em figuras ainda mais desautorizadas em Percy Jackson.

Entre outros assuntos, a história também retrata o ego americano, em que o exagero em demonstrar sua "importância" para o mundo... Tudo e todos os desafios da turma destinada a enfrentá-los, encontram-se nos lugares mais conhecidos dos EUA.

E você? já assistiu ou leu? o que achou?


1 comentários:

Eni on 11 de junho de 2010 17:22 disse...

Seu blog também está lindo!

Grande abraço

 

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