segunda-feira, 14 de junho de 2010

Em clima de Festa Junina!!

Postado por Nidiane Latocheski às segunda-feira, junho 14, 2010
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Mais uma vez as festas juninas chegaram.. Por aqui, nossas escolas, faculdades e outras instituições estão aproveitando o tema da Copa do Mundo para capricharem na decoração.. Sábado dia 12/06, trabalhamos no Sesi.. Muuuuuito animada a festa e o público compareceu em peso..
Picando cebolas, cheiro verde e costelinha..

Fabi, eu, Lucimara, Aninha e Neuza
Quadrilha do 6º - 8º anos

Leila e Gicelma

Gilvani e Neusa
 Eu e Alessandra
Eu e Gilvani
Família... Amanda, Clotilde (cunhada), Júnior (afilhado), eu e Henrique
ói a espingarda do pai dela..
Rafael e Amanda

Que noiva linda!!
Família - antes da festa..
Pedro, Warlley, Amanda, Nani e  (Gustavo)


terça-feira, 8 de junho de 2010

NÓIS É JECA, MAIS É JÓIA - Xangai

Postado por Nidiane Latocheski às terça-feira, junho 08, 2010
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Hoje ao apresentar o assunto PLURALIDADE LINGUÍSTICA, ao 1º ano do EM - SESI, chegamos ao debate sobre cada região do país não ter um único modo de falar. 
O plano de fundo sobre o falar do caipira, deu-se a partir da música NÓIS É JECA, MAIS É JÓIA - composta por Juralides da Cruz,lançada pelo cantor baiano Xangai (2004) - à direita.

Riquíssima letra sobre o dialeto caipira, ótimos exemplos de como são vistos socialmente. A ironia  de que o caipira não sabe "ingrêis" é interessantíssima.. Confira a letra abaixo e se quiser conferir a canção acesse o vídeo também:

Se farinha fosse americana                                                              
mandioca importada
banquete de bacana
era farinhada

Andam falando qui nóis é caipira
qui a nossa onda é montar a cavalo
qui a nossa calça é amarrada com imbira
qui a nossa valsa é briga de galo
Andam falando que nóis é butina
mais nóis num gosta de tramóia
nóis gosta é das menina
nóis é jéca mais é jóia
mais nóis num gosta de jibóia
nóis gosta é das menina
nóis é jéca mais é jóia

Se farinha fosse...

Andam falando qui nóis é caipira
qui nóis tem cara de milho de pipoca
qui o nosso roque é dançar catira
qui nossa flauta é feita de tabóca
nóis gosta de pescar traíra
ver as bichinha gemendo na vara
nóis num gosta de mentira
nóis tem vergonha na cara
ver as bichinha chorando na vara
nóis num gosta de mentira
nóis tem vergonha na cara

Se farinha fosse...

Andam falando que nóis é caipora
qui nóis tem qui aprender ingrês
qui nóis tem qui fazê xuxéxu fóra
deixe de bestáge
nóis nem sabe o portuguêis
nóis somo é caipira pop
nóis entra na chuva e nem móia
meu ailóviú
nóis é jéca mais é jóia

Tiro Bicho de pé com canivete
mais já tô na internet
nóis é jeca mais é jóia

se farinha fosse...

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Filmes no fim de semana...

Postado por Nidiane Latocheski às segunda-feira, junho 07, 2010
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cinepopEstes, assistimos no conforto de casa..
       1º - Razoável!
ONDE VIVEM OS MONSTROS

A história segue as aventuras de Max, um garoto travesso (rebelde) que é mandado de castigo para seu quarto depois de desobedecer a mãe. Porém, a imaginação de Max está livre para voar, e logo o transporta para um reino desconhecido. Encantado, Max parte para a terra dos Monstros Selvagens, onde as travessuras é lei e Max é o rei.
(sinopse tirada do site semmundo)

Baseado no livro infantil homônimo de Maurice Sendak– cultuado nos EUA e desconhecido no Brasil – o filme é belo e delicado como as ilustrações que fizeram a fama da sua contraparte impressa. Porém, é dedicado à reflexão sobre a infância e o amadurecimento. Parece ser para criança, mas como diz o crítico Érico Borgo: “é adulto demais”.
Com cenas confusas, que seguem o curso imprevisível do pensamento, é preciso uma atenção especial para compreender as “deixas” que o filme traz.
Conforme o diálogo  se desenrola na ilha em que habitam os monstros, é notável o poder pedagógico do longa, pois, muitas conversas resultam em mudanças de atitude e de concepções sobre a vida e a convivência entre os seres.
CAPA DO LIVRO)

2º - Bom!
 LADRÃO DE RAIOS
  Um misto de realidade x ficção; mitologia grega x atualidade. O filme, claaaaaaaaro, não é melhor que o livro! Os comentários de adolescentes confirmam essa tese no site cinepop   - aliás, muito bom perceber o senso crítico deles e também o incentivo para que outros leiam também.

Apesar disso, ainda desperta algumas curiosidades sobre os mitos originais (aqui em casa, já pegaram o livro MITOS GREGOS para compreender melhor o papel de cada deus.)
Há uma ansiedade visível em adaptar obras para adolescentes desse século e acaba revirando de "pernas pro ar" as genuínas.
O filme retrata o relacionamento entre pais e filhos atuais, conforme nos diz Marcelo Hessel:
Porque não é difícil retratar pais - no cinema orientado para os pré-adolescentes independentes do século 21 - como tipos omissos com peso na consciência, adultos que não participam da criação dos filhos mas se sentem no direito de aplicar-lhes sermões. Por esse viés, os "pais omissos" da Grécia antiga, os deuses do Olimpo, se transformam em figuras ainda mais desautorizadas em Percy Jackson.

Entre outros assuntos, a história também retrata o ego americano, em que o exagero em demonstrar sua "importância" para o mundo... Tudo e todos os desafios da turma destinada a enfrentá-los, encontram-se nos lugares mais conhecidos dos EUA.

E você? já assistiu ou leu? o que achou?


quinta-feira, 3 de junho de 2010

Alice no País das Maravilhas

Postado por Nidiane Latocheski às quinta-feira, junho 03, 2010
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Acabamos de assistir ao filme, em família.. Muito bom ir ao cinema, comer pipocas, beber refri..!! O Pedro Vinícius teve uns medinhos, no início qdo a Alice cai na toca do coelho.. rsrs

Recomendadíssimo!! Eu gostei pela magia, encantamento, cenários magníficos e ótimas atuações dos atores..

Trata-se de mais uma superprodução de Walt Disney. Uma adaptação de Tim Burton  do livro clássico de Lewis Carroll. No elenco estão Johnny Depp como o Chapeleiro Maluco, Helena Bonham Carter como a Rainha de Copas, Anne Hathaway como a Rainha Branca, e Mia Wasikowska como Alice.
A qualidade da produção, os cenários computadorizados, os figurinos maravilhosos (reparem na quantidade de trocas de roupa de Alice) e o cuidado com os efeitos 3D ressaltam e fazem deste um programa bem divertido e que fará os adultos reviverem a imaginação – e o medo dos personagens – da época em que leram os livros de Lewis Carroll (Fred Burle)
Já o crítico Fábio Roberto Machado Jordão 
afirma que, apesar de não ter visto tudo o que esperava no filme, ainda o recomenda:
Talvez o longa não seja o melhor do ano, porém temos de concordar que certamente ele ganhará muitas indicações ao Oscar (não que isso importe). A Alice pode ser bobinha, a história pode ser meio chatinha e alguns personanges podem não ser divertidos, mas quem gosta de algo bem produzido e que leve a imaginação a um lugar totalmente lindo, certamente vai encontrar em Alice no País das Maravilhas quase duas horas de bom entretenimento.

Confira o trailler:



 

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