segunda-feira, 27 de junho de 2011

Muito frio previsto para a madrugada de terça

Postado por Nidiane Latocheski às segunda-feira, junho 27, 2011
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 O vento mudou de direção e a friagem chegou ao Estado de Rondônia. Este é o quarto evento de 2011 e tem tudo para ser o mais significativo até o momento.
Em Vilhena, uma estação meteorológica automática operada pelo INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) registrou hoje temperatura mínima de 15,9°C entre as 8 e 9 horas (horário local).
A previsão, contudo, é de um resfriamento mais pronunciado na próxima madrugada, sendo que na terça-feira (28/06), no auge do ar polar, a população de Vilhena poderá experimentar temperatura mínima entre 7°C e 8°C, marca bastante baixa para os padrões amazônicos.

Fonte: De olho no tempo – Meteorologia

Foto: Arquivo – Folha de Vilhena

folhadevilhena.com.br

terça-feira, 21 de junho de 2011

Que pena! "We don't need more education"

Postado por Nidiane Latocheski às terça-feira, junho 21, 2011
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Jovens que largaram seus estudos são hoje os grandes inovadores

we don’t need more education
Por Marcelo Rubem Paiva (autor do livro Feliz Ano Velho)
Fonte: blog depois da aula

Nos anos 50, vislumbrava-se a revolução que viria na década seguinte.
O rebolar de Elvis, os três acordes que compunham a maioria das músicas de rock, a poética e o comportamento beat desmataram a trilha para a manada que mudou o mundo, a da contracultura e revolução sexual.

O mesmo parece ter ocorrido nos anos 90.

O surgimento dos “browsers” [depois navegadores] popularizaram a internet, rede criada para manter cientistas e forças armadas conectadas 24 horas.

Veio o boom do e-mail, sites de notícias e os primeiros passos dos sites de busca.

O Yahoo começou com dois estudantes de Stanford, que foram capas de revistas por se associarem a Wall Street pela “fortuna” de US$ 10 milhões, quando ainda não tinham trocado a carteirinha de estudante por uma de trabalho.

Depois, outros dois malucos de Stanford inventaram o Google.

O e-mail passou a ser gratuito.

O MSN possibilitava o papo distante e concomitante.

Bill Gates assustava o mundo. Seria o anticristo?

Pelos corredores das grandes empresas de comunicação, perguntavam onde era o abrigo para o apocalipse dos seus negócios.

Os mais lúcidos sugeriam que o lance era se associar a esta gente que não usava terno e gravata e não frequentava as quadras de esporte.

Ao mesmo tempo, os celulares ficavam menores, mais baratos e com aplicativos.

Fez história a palestra que Marluce Dias [então na cabeça das Organizações Globo] proferiu em Angra para os diretores da empresa, anunciando que o maior concorrente da TV passava a ser o celular.

Acharam que a chefe estava delirando.

A inflação da maioria dos países parecia sob controle.

Os juros bancários despencavam.

O mercado financeiro e os fundos bilionários precisavam de novas aplicações.

Seria AOL ou Amazon o negócio do futuro? O Google?

Um site brasileiro de buscas chegou a ser comprado por uma telefônica por R$ 300 milhões?

Talvez a revolução digital fosse um delírio de “college guys”, atualmente apelidado como nerds, ou geeks.

É uma ansiedade do mercado, uma roubada como o laserdisc (não tive um), o sistema Betamax (venceu o NTSC), o computador Dismac (eu tive um), o Second Life e tantas bugigangas tecnológicas que não decolaram?

Eu e meu incrível Dismac, made in brazil

Entramos no ano 2000 sem o bug do milênio e com a revolução ganhando forma.

O controle da informação implodiu.

A palavra de ordem foi: internet [conteúdo] nasceu para ter custo zero.


Começou com o Napster, que em 2001 já tinha 8 milhões de piratinhas trocando músicas.

A revolução recuou um passo e avançou dois.

Músicas, filmes, fotos e livros estão na rede.

Surgem Lime Wire, My Space, The Pirata Bay, UTorrent, 4Share, YouTube e uma infinidade de meios de troca de arquivos em paralelo ao Orkut e outras ferramentas chamadas de redes sociais.

Um nerd com cara de bobo de Harvard e um algoritmo bem sacado enfeitiçou com seu FaceBook.

Lawrence Lessing em seu discurso na reunião do G8 mês passado foi além.

Lembrou que, curiosamente, tudo nasceu no portão de entrada do sistema educacional, ou nas redondezas, não depois do baile de formatura.

Tradução: as não empresas que estão desenhando o futuro, moleques solitários, jubilados, desistentes.

O capital não gera novidades. Compra.

O Skype embrulhou a telefonia mundial livre e ameaça empresas de telefonia; o YouTube, emissoras de TV; o Netflix, operadoras de TV a cabo.

1. Netscape, o primeiro browse, foi criado por um desistente da faculdade.

2. Hotmail, por um imigrante indiano e vendido à Microsoft por US$ 400 milhões.

3. O ICQ, por um garoto israelense cujo pai tentou vender o programa à AOL por US$ 400 milhões.

4. O Google, por dois jovens que pularam fora de Stanford.

5. O Napster, por um desistente da faculdade.

6. O YouTube e o Yahoo, por dois alunos de Stanford quenão se formaram.

7. O Kazaa e o Skype, por jovens da Dinamarca e da Suécia.

8. O Facebook, a gente viu o filme.

9. O Twitter, inventado por outro que não esperou o diploma.

Outra coisa em comum: a maioria foi criada por jovens que largaram os estudos ou não são norte-americanos.

Hoje suas empresas valem mais do que toda a indústria automobilística.

A inovação vem de fora.

Prova de que a universidade [o Estado] não tem cumprido o seu papel.

Ou que talvez não precisemos mais dela para desenvolver tecnologia digital.


Pink Floyd tinha razão:

We don’t need no education

We don’t need no thought control 

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Depois que li esse artigo, fiquei perplexa! E ao mesmo tempo me sentindo impotente diante de tanta energia, tanta criatividade dos alunos, que são postas no ralo em algumas instituições de ensino..
Infelizmente, não é possível perceber melhoras, preparo real por meio de muitas das escolas..
Até quando???

domingo, 19 de junho de 2011

Arraiá do Sesi - 11 de junho

Postado por Nidiane Latocheski às domingo, junho 19, 2011
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Noossa! já são 20 anos de Festa Junina do Sesi / Vha!!
Valeu a pena o esforço desse ano.. Ficou linda a festa.. e quantas gostosuras!!

Apos a dança do Fundamental

família

Elaine

Lourdinha, d. Elza e eu no Vatapá

Carol e Pedro


Paulo César

Alê


Lu e Roni

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Plano Plurianual Participativo - 2012 a 2015

Postado por Nidiane Latocheski às quinta-feira, junho 09, 2011
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Hoje aconteceu em Vilhena a audiência pública, que elegeu os principais problemas e propostas dos sete eixos: Segurança, Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico,  Ação Social, Educação, Saúde e Infraestrutura.
Fiquei na sala da Educação, onde a Profª. Carmem foi Facilitadora, a Solange Digitadora e eu Sistematizadora. O ruim foi controlar a vontade de intervir, opinar.. na metodologia da oficina foi proibido. Podemos participar via internet o site: www.ppaparticipativo.com.br.


Kely, eu e alunos da EEEFM Maria Arlete

entregando credenciais

colegas de muitos trabalhos da EEEFM Álvares de Azevedo

Nidi, Ângela, Kely, prof. e Norma

grupos de discussão

grupo de discussão 2

grupo de discussão 3

organizando os seis problemas e propostas
 

terça-feira, 7 de junho de 2011

Publicação sobre os "Dez anos de Sala de Leitura Castro Alves"

Postado por Nidiane Latocheski às terça-feira, junho 07, 2011
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 Nesse dia 07 de junho, o blog da Representação de Ensino de Vilhena EducaVilhena publicou a celebração dos Dez anos de Sala de Leitura Castro Alves, postado no blog da Nidi.

Legal receber o apoio da Seduc para realização do nosso trabalho. Realmente faz toda a diferença quando somos reconhecidos em nossas atribuições. 


Para nossos alunos, a Sala de Leitura  é um dos espaços nobres da escola, do qual merece de cuidados, conservação, novidades e claro, muitos livros que façam a diferença em suas vidas.

Comunidade Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro

Postado por Nidiane Latocheski às terça-feira, junho 07, 2011
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Essa Comunidade foi criada para os participantes da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro, mas podem se cadastrar todos os professores interessados no ensino de língua portuguesa na perspectiva dos gêneros.

Amei desde o primeiro dia em que fiz o cadastro. Um local de mentes abertas e brilhantes.. 
Sempre leio artigos, links sugeridos, participo do fórum. O melhor é a troca de experiência! Ainda recebo em casa a edição mensal da revista Na ponta do lápis.

Gostei do suporte dado no fórum “A concordância que deu o que falar”. Consegui ler o capítulo todo do livro Por uma vida melhor, cuja responsabilidade pedagógica é da Ação Educativa, que gerou enorme repercussão na mídia. 

Os esclarecimentos e a refutação às críticas são excelentes reflexões também. Nesses links também encontramos o que a mídia não abordou.

domingo, 5 de junho de 2011

Instantes

Postado por Nidiane Latocheski às domingo, junho 05, 2011
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Conheci o texto lendo o livro do Rubem Alves"Se eu pudesse viveria novamente". Que livro!! Uma autobiografia cheia de poesia, típico do Rubem.. 
Uma aluna leu e o apresentou para a sala. Então, não resisti e  pedi emprestado.. Estou me deliciando com o feitiço das palavras...


...E a vida é feita apenas de momentos....


INSTANTES

Se eu pudesse viver novamente a minha vida,
na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser perfeito; relaxaria mais.
Seria mais tolo do que tenho sido; na verdade,
bem poucas coisas levaria a sério.

Seria menos higiênico.
Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres,
subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a lugares onde nunca fui,
tomaria mais sorvetes e menos lentilhas,
teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.

Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente
cada minuto de sua vida; claro que tive momentos de alegria.
Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos.
Porque, se não sabes, disso é feita a vida, só de momentos,
não percas o agora.

Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro,
uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas;

se eu voltasse a viver, viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço
no começo da primavera, e continuaria assim até o fim do outono.

Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres
e brincaria com mais crianças,
se tivesse outra vida pela frente.

Mas vejam, tenho 85 anos
    e sei que estou morrendo...

JORGE LUIZ BORGES , 1986, SUÍÇA.

Há ainda alguns sites que questionam a autoria do texto..mas, isso nao importa.. como diz a verdade!
Vamos aproveitar cada segundo, pois, nada pior do que arrepender-se no "não vivido", do  "não dito"..
 

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