quarta-feira, 23 de março de 2011

Novos projetos no Sesi / Vilhena em 2011

Postado por Nidiane Latocheski às quarta-feira, março 23, 2011 2 comentários
1º ano deeeeeeez

Nessa semana que passou (pra mim, já que só tenho aula de seg a qua), tivemos aulas produtivas no 1º e 2º anos do Ensino Médio, no Sesi. Estamos montando coletivamente, um blog (1ºano) e um jornal mural (2ºano).

Tudo começou bem, pois, muitas ideias foram trocadas, objetivos traçados, metas a alcançar, nomes de responsáveis, grupos de trabalho.. tudo de bom!!


compartilhando ideias 

respondendo questões em pequenos grupos


Também aproveito a oportunidade e parabenizo o pofessor Paulo(Geografia) e a professora Inês (Biologia) pelo projeto de estudo ambiental in loco, no Cacoal Selva Park. Imagino o quanto será produtivo o fim de semana. Os alunos estão responsáveis em registrar tudo para postarmos no blog e mural..
Abaixo, um relato solicitado e recebido no meu e-mail:

Querida Prof.
 
Na aula de hoje nós começamos a debater sobre o nosso blog, nos dividimos em grupos e cada um deu ideias diferentes sobre o que queria no blog(nome do site,o que seria postado etc)nos reunimos em circulo e votamos para que ver as pessoas responsaveis e definir os blogs.
Nós debatemos tudo,o público alvo,os assuntos e muito mais(apesar de uns e outros só ficarem brincando)
Eu gostei muito, foi muito interessante poder debater e votar sobre uma coisa que eu vou usar e manter funcionando
e eu realmente espero poder manter o nosso blog de pé
 
 
Adorei a aula prof quero mais amanhã!!!!!!   -  Eduardo (1º ano 22/03)

 Isso é o que nos faz continuar, pequenos gestos que fazem um grande efeito!!
 Eduardo, também adorei a aula!! Em breve teremos mais sim!

O hábito de leitura

Postado por Nidiane Latocheski às quarta-feira, março 23, 2011 0 comentários
Gostei muito das palavras de Patrícia Melo, colunista do site PNTEliteratura , já publicou várias obras literárias... Leia mais no site PNTE... e APRECIE seu artigo, aqui:


imagem do site educaçãoadventista.org.br

15/03/2011 - Patrícia Melo


Sempre digo nas minhas conferências que o hábito da leitura não é automático. Não basta que alguém  pegue um bom livro, e depois outro, para que surja um novo leitor. Fosse fácil assim, nós, escritores, editores, tradutores e  intelectuais que vivemos no mundo das letras, seríamos definitivamente felizes, nadando num mar de bonança.
         Tenho uma teoria que este aprendizado começa na tenra infância, quando a criança está aprendendo o difícil exercício da instrospecção, para sozinha, fantasiar e recriar o mundo.
         Lembro que, alguns anos atrás, o artista plástico brasileiro Luís Hermano, passou um fim de semana  em nossa casa de campo, no Brasil, e contou-me parte de sua história. Luís é de origem humilde e vivia com sua família numa cidadezinha onde não havia energia elétrica. Suas brincadeiras e brinquedos eram os que inventava solitariamente. Ele só foi conhecer a televisão aos oito ou dez anos de idade, quando sua avó o levou para Salvador, e então, pela primeira vez, ele assistiu ao Chacrinha, um programa de auditório de grande sucesso, que passava aos domingos. Luís Hermano disse que, ao voltar para sua cidade, durante algum tempo, uma das suas brincadeiras preferidas passou a ser a de, deitado na rede, construir dentro da sua cabeça o seu próprio programa de televisão, onde ele era o apresentador, os convidados e a platéia. Ao ouvir sua história, pensei que este seu exercício solipsista e cotidiano, durante grande parte da sua infância, deu-lhe duas importantes ferramentas: a capacidade de introspecção, e a capacidade de transcendência. Foram elas, sem dúvida, de grande utilidade na formação do grande artista que é.
         Um leitor - qualquer leitor -  também precisa delas para poder apreciar a leitura. Num mundo histérico, cheio de convites e demandas, que vão das maravilhas internáuticas ao show da última sensação pop,  é difícil conseguir que um jovem se sente no canto da sua casa, com tranquilidade para abrir um livro e se deixar transportar para outro mundo.
         Neal Gabler, escritor e jornalista do New York Times, escreveu em seu livro “Vida, o filme” que o cinema é a transcendência fácil. Basta que você entre no cinema, que as luzes se apaguem, para que você seja transportado para outro tempo, envolvendo-se com emoção verdadeira num mundo inteiramente de fantasia.
         Eu digo que a literatura é a transcedência difícil. Até que você abra um livro e se delicie com esta real transcendência, há um longo caminho a percorrer.
         E todos nós, pais, educadores, escritores, editores, tradutores, podemos ter uma participação importante neste processo.
         No que diz respeito às escolas, penso que hoje em dia, quando elas ainda apóiam as técnicas do ensino básico e médio em filosofias construtivistas,  falta aos alunos a noção de que aprendizado não é só prazer. Lembro que quando minha filha, que sempre estudou numa escola vanguardista do Rio de Janeiro,  saiu do ensino médio, ela se sentia “iludida”, como se a escola, com suas técnicas lúdicas, não lhe tivesse dito que o mundo real não seria assim tão divertido. De certa forma, ela tinha razão. Na universidade, nem sempre é prazeroso estudar, mesmo que se faça aquilo que se gosta. Mas ainda assim, a satisfação não está totalmente descartada do processo de aprendizado.  Há situações do conhecimento em que só começamos a nos “divertir” já na ponta final da empreitada. Ler um texto árido, hermético, como o de Husserl, é uma “pedreira”. Mas como é bom quando você consegue entender seu conceito de fenômeno, de vivência, ver como ele incorpora a  idéia de forma para criar a noção de forma lógica e como ele  refundamenta a epistemologia da lógica.
         Este aprendizado também é algo que diz respeito à formação do leitor. Há leituras (de autores anacrônicos ou herméticos) que, ainda que cheias de desafios são uma experiência valiosa na formação do nosso saber, e vem daí o prazer dessa leitura. Vem do que ela nos rende, não do processo.
         Nós pais, temos a nossa responsabilidade, se quisermos dar aos nossos filhos os imensos benefícios e recursos que um bom leitor possui. Antes de mais nada, temos que ser modelos,  mostrar o quanto a leitura é importante nas nossas vidas. É necessário também impor limites  no que diz respeito ao acesso à televisão, videogames e internet. Se quisermos que os nossos filhos tenham momentos de introspecção, devemos motivá-los a brincarsozinhos primeiro com seus brinquedos, e depois, lendo livros. Podemos ler com eles, levá-los a bibliotecas, dar-lhes acesso aos livros, ensiná-los e permití-los a se jogar num canto da casa acompanhados de um bom livro.
           E nós escritores e editores podemos estar disponíveis e participar de debates e leituras que motivem a formação desses novos leitores.
         As crianças, os jovens, principalmente os adolescentes - fase onde na minha opinião surge o verdadeiro leitor - são como esponjas. Mesmo com sua prepotência biológica, sua sensação de imortalidade, mesmo que nos achem velhos e imprestáveis,  no momento em que formam seu próprio ego, somos seus modelos e suas referências para o amanhã.
         Fazem piadas, debocham, fingem que não nos ouvem. Mas estão ali, disponíveis, curiosos, aprendendo e absorvendo nossas idéias, opiniões e tudo o que temos a oferecer. Se de cada grupo com o qual você fala, incentiva, ensina, debate, sair apenas um leitor, já será ótimo. É bem provável que não consigamos sequer isso. Mas não vale a pena tentar?

Patrícia Melo

segunda-feira, 21 de março de 2011

Relacionamento entre professor e aluno

Postado por Nidiane Latocheski às segunda-feira, março 21, 2011 2 comentários
Essa postagem é para meus colegas professores! E claro, para mim também!!Não é tão difícil ter um bom relacionamento com nossos alunos.

De acordo com uma pesquisa (pena não citarem qual pesquisa é essa...), apenas um a cada quatro alunos do 6º ano ao Ensino Médio dizem que as suas escolas oferecem um ambiente acolhedor. Esta constatação é surpreendente !!!(concordo!)
Como podemos inspirar os alunos a mostrar empatia uns pelos outros, se nós falhamos em mostrar isso em nós.
Na verdade, (muitos de) nós nos importamos muito, porém nosso foco está centrado apenas no desenvolvimento acadêmico e acabamos por ignorar os pequenos gestos que demonstram carinho.
Interessante dizer que, o menor caminho para o sucesso acadêmico de muitos alunos é através dos seus corações. Eles não se importam com quanto nós sabemos, o que eles querem saber é o quanto nós nos importamos. (bonito!)
Aqui vão 25 dicas que, se praticadas diariamente, garantirão o seu nome no Hall da Fama junto aos Alunos, Pais e Direção da Escola. (ou pelo menos melhorar a convivência)

1. Aprenda o nome dos seus alunos

2. Lembre a data de aniversário deles
3. Pergunte como eles estão e/ou como se sentem
4. Olhe nos olhos quando conversar com eles
5. Ria junto com eles
6. Diga-lhes o quanto você gosta de estar com eles
7. Encoraje-os a pensar grande
8. Incentive-os a persistirem e celebre os resultados
9. Compartilhe do entusiasmo deles
10. Quando estiverem doentes envie uma carta ou um bilhete
11. Ajude-os a tornarem-se experts em algo
12. Elogie mais e critique menos
13. Converse a respeito dos sonhos ou do que os afligem
14. Respeite-os sempre
15. Esteja sempre disponível para ouví-los
16. Apareça nos eventos que eles realizarem
17. Encontre interesses em comum
18. Desculpe-se quando fizer algo errado
19. Ouça a música favorita deles com eles
20. Acene e sorria quando estiver longe
21. Agradeça-os
22. Deixe claro o que você gosta neles
23. Recorte figuras, artigos de revistas que possam interessá-los
24. Pegue-os fazendo algo certo e cumprimente-os por isso
25. Dê-lhes sua atenção individual


Professor, esses 25 comportamentos traduzem a essência do que é criar um relacionamento baseado no Amor e não na nota bimestral.
Coloque em prática essas dicas e veja a mudança no comportamento dos seus alunos.

retirado: proftekapitta RT  do www.sosprofessor.com.br

imagem ilustrativa - prof. Saulo e Lorinês c/ alunos do EF e EM

sábado, 19 de março de 2011

Especulações e mais especulações sobre o caso "Jirau"

Postado por Nidiane Latocheski às sábado, março 19, 2011 0 comentários
  Nota-se que o interesse público sobre a revolta de Jirau é intenso. Todos os holofotes voltados para o Norte, reiterando que aqui as pessoas são despreparadas, só causam confusão, vendem-se a troco de nada, promovem motins, saqueiam estabelecimentos comerciais, não tem hospitalidade, etc.

O Interesse em deturpar informações, espalhar boatos, provocar situações parte da própria população! Depois reclamam que só "se fala mal daqui". Ora, mas em que contribuímos para propagar o contrário?

Lembro-me que as primeiras reuniões feitas com a população, acerca das construções de Usinas Hidrelétricas no Madeira geraram medo, insegurança à população, principalmente, ribeirinha., dúvidas quanto às licenças ambientais, que inclusive, não foram totalmente esclarecidas até hoje, tampouco a falta de estrutura das cidades em receber tamanho contingente de trabalhadores foi garantida. Porém, só AGORA tais pontos críticos vêm à tona. A verdade é que cada um se defende a seu modo.. Quem sabe tal rebelião sirva para reavaliar projetos no e do Estado. Que pena ter chegado a esse ponto.

Pergunto-me desde quando os operários deram sinais de insatisfação? Como uma capital de Estado não consegue abrigá-los? Como os hospitais ainda não são suficientes? Até quando escolas precisarão suspender atividades por causa de incidentes violentos? Entre outros pontos, esses são de suma importância e afetam diretamente o cidadão.

É fato que a História do progresso rondoniense está no seu clímax, muitas empresas se instalaram, o mercado imobiliário está em alta, investimentos e agropecuária fortes, belezas naturais em abundância, cultura diversificada, gestão ambiental em curso, vasto campo acadêmico. potencial turístico..terra de gente trabalhadora, que batalha e muito!
Foto de Alessandra, participante do concurso
 "olhar turístico sobre Rondônia" ( rondoniaovivo)

Já publiquei neste blog os pontos positivos desse estado: Termino, ilustrando com o pensamento de uma adolescente nascida aqui: "Rondônia é um lugar de muita terra fértil, com grande criação de gado, investimentos agrícolas, apesar de Rondônia ter o 3º maior PIB da região norte, ela fornece muita produção para o Brasil, e tem grande importância para o desenvolvimento do país (Eloísa - aluna do 1º ano do Sesi)".

Ainda dá tempo de estruturar,  prevenir ações inesperadas, como no caso Jirau, através de um planejamento rigoroso, feito com excelência. Vejo que o Governador está empenhado nisso, promovendo a ordem pública, como afirma em seu blog. Agora, mágica e ações instantâneas também não existem para problemas complexos. Mais uma vez, é necessário esperar, mas não pacificamente, vendo o "bonde passar". É possível esperar, cobrando, informando-se, desenvolvendo criticidade, contribuindo com sugestões plausíveis..

Meu entristecimento maior é verificar as postagens no twitter  (#jirau) com tanta "zoação", completamente inútil, denegrindo a imagem rondoniana por comentários preconceituosos e xenofóbicos.  Ainda bem que não representam a população daqui, apenas um retrato de minorias com segundas intenções malévolas.
Espero que os leitores sejam críticos sempre e separem o "joio do trigo".

sexta-feira, 18 de março de 2011

Usina de Santo Antônio suspende suas atividades como medida de prevenção

Postado por Nidiane Latocheski às sexta-feira, março 18, 2011 0 comentários

Segundo o site rondoniaovivo  a medida preventiva foi decisão do Consórcio Construtor Santo Antônio (CCSA) as obras no canteiro de obras da Usina de Santo Antônio. A paralisação é temporária, voltando as atividades normais na terça-feira (22/03)


" A ação tem como objetivo esfriar os ânimos e evitar que o que ocorreu com Jirau se torne um viral entre os operários."


Mas, o site rondoniagora afirma tratar-se de uma greve dos funcionários, que reivindicam melhorias trabalhistas.

Trabalhadores de Jirau são alojados no Ginásio do Sesi, em boates e alguns dormiram na rua

Postado por Nidiane Latocheski às sexta-feira, março 18, 2011 0 comentários

GINÁSIO DO SESI LOTA E TRABALHADORES DORMEM NA RUA OU EM BOATES ALUGADAS PELA EMPRESA

1832011-100951-site_18_03_a.jpgCentenas de trabalhadores da Usina de Jirau passaram a noite pelas ruas de Porto Velho. O Ginásio do Sesi não comportou toda a massa de funcionários da empresa Camargo Corrêa, que chegou a Capital de Rondônia após os sérios conflitos no canteiro de obras da Usina. O Governo e a empresa tiveram que alugar duas boates, o “Caipirão” e a “Nautilus” para abrigar boa parte dos homens, mas mesmo assim boa parte ficou sem acomodação.Durante a madrugada os trabalhadores receberam orientação da empresa e foram divididos em grupos das cidades de onde vieram. Filas gigantescas se formaram rapidamente e o Ginásio não comportou a grande demanda. Cerca de 15 banheiros químicos foram instalados na parte externa e carros pipas foram contratados.Por volta das 7 horas as gigantescas filas voltaram a ser formadas, desta vez na disputa por pedaços de pão que eram distribuídos. Nesse horário policiais militares da Companhia de Operações Especiais (COE) permanecia de prontidão para evitar tumultos. Durante a madrugada no entanto, apenas servidores da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito e policiais militares controlavam o tráfego de veículos nas redondezas.

Fonte: RONDONIAGORA
Autor: RONDONIAGORA

RONDÔNIA em crise

Postado por Nidiane Latocheski às sexta-feira, março 18, 2011 2 comentários


Ainda embuída de um sentimento de angústia e choque por causa das últimas notícias veiculadas em nosso Estado, venho prestar minha solidariedade aos familiares dos trabalhadores que migraram pra cá em busca do sonho de uma vida mais digna. Que encontrem novos caminhos seguros! E também que justiça seja feita aos causadores de tal barbárie.

Blog Língua Ferina - Pará


O Editorial do site Rondoniaovivo bem parafraseou o Hino de Rondônia e a obra Morte e Vida Severina
Cinzas tomaram conta do céu azul de Porto Velho/Ro, cenas vistas apenas em países em guerra, em fotos de jornais estrangeiros, em áridas terras do Sudão ou da Líbia. Um êxodo de mais de cinco mil pessoas. Operários angustiados, tomados pelo desespero de ver os poucos bens materiais juntado em malas, sacos e mochilas. Sonhos destruídos, vidas estremecidas pelo medo.
(...)"retirantes, trabalhadores braçais partindo em busca da sobrevivência em terras rondonienses. Estampado na face de cada operário está o sofrimento, resultado do difícil cotidiano laboral na construção das hidrelétricas do Madeira."
 Inegavelmente, as condições de trabalho foram alvo de muitas críticas desde o início da atuação das empresas envolvidas na construção. Porém, agora dizem que os trabalhadores não reivindicaram nada formalmente. Será? Quais seriam as condições reais de trabalho? 

Contudo, violência, vandalismo, estado de insegurança não trazem nada de positivo para o Estado, tampouco aos trabalhadores, que agora estão "parados". Muitos sem rumo...

Na descrição de Jandir Costa é possível mensurar parte do problema:
 Muitos vândalos se aproveitaram da confusão na obra e fizeram esta barbárie. Há indícios de que houve três mortes no local, mas até agora ninguém confirma.
Amiguinho, a destruição foi geral, as fotos do local parece até que uma Tsunami passou por Jirau e o queme revolta é que esses mesmos vândalos encapuzados que promoveram essa destruição, eram aqueles que mais clamavam por empregos nesta região e o resultado que vemos é esse estado de calamidade na margem direita do Rio Madeira.
Segundo NOTA OFICIAL, a Assembléia Legislativa repudia manifestação violenta dos operários em Jirau, porém,  para justificar-se contra a solicitação de reforço policial no canteiro de obras, elenca alguns tópicos:
- A construção das Usinas do Madeira causou uma série de problemas sociais, habitacionais e ambientais em Rondônia.

- Após o início das obras houve aumento da criminalidade, da violência, dos casos de pedofilia e do congestionamento no trânsito de Porto Velho, o que tem causado um número maior de acidentes.

- A quantidade de acidentados no trânsito da Capital ajuda a agravar o problema da superlotação no Hospital de Base e no Pronto Socorro João Paulo II.

- Foi prometida uma compensação financeira ao Estado devido a esses problemas, mas poucos recursos foram liberados.

Para colocar quinhentos policiais militares à disposição do consórcio construtor da Usina de Jirau, será preciso retirar parte do efetivo da PM em Porto Velho e no Interior. É inadmissível que a população fique desassistida para atender os interesses de um consórcio de empresas que se instalou em Porto Velho para ganhar dinheiro causando tantos problemas sociais e ambientais, dentre outros. Esses policiais devem ficar nas ruas, garantindo a segurança da população.

Deputado Valter Araújo
Presidente da Assembleia Legislativa

Como disse o Celso Gomes, colega blogueiro, "é uma prova de fogo para o governador". Acrescento que a nós cidadãos também, pois, isso afeta nossa identidade rondoniana e também  nos deixa  vulneráveis...


Amigo leitor, se tiver mais detalhes ou fontes, compartilhe conosco!!

 

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